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BAIXO RISCO DE LESÃO E ALTA PERFORMANCE

PHAST é uma ferramenta de avaliação fisioterapêutica para análise do perfil funcional e de risco de lesões de forma prática e inovadora.
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Entenda mais sobre a ocorrência da tendinopatia patelar

Interação entre componentes da articulação do quadril e complexo do tornozelo-pé explicam ocorrência de tendinopatia patelar

 

Disfunções do quadril e do tornozelo-pé podem contribuir para a sobrecarga do tendão patelar. Alguns fatores associados a Tendinopatia patelar tem sido indicados na literatura, como por exemplo a restrição da ADM de dorsiflexão (Backman, Maliaras) e a fraqueza dos músculos do quadril (Scattone). Entretanto, a análise de fatores isolados podem não explicar de forma completa a ocorrência de uma lesão e consequentemente auxiliar no processo de prevenção. 

MENDONCA et al (2018) desenvolveram um estudo que indicou perfil de risco e de proteção para a tendinopatia patelar em atletas de voleibol e basquetebol. Por exemplo, atletas com ADM passiva de rotação medial do quadril abaixo de 40.7o, alinhamento perna – antepé acima de 16.9o  e torque isométrico dos rotadores laterais abaixo de 0.31 Nm/kg tinham maior probabilidade de apresentar tendinopatia patelar. Esse perfil de risco indica diretamente o que deve ser implementado como intervenção para minimizar o risco, como o uso de palmilhas biomecânicas e fortalecimento dos músculos rogadores laterais do quadril. Já um perfil de proteção indicado foi para os atletas com ADM passiva de rotação medial do quadril abaixo de 40.7o  e alinhamento perna – antepé abaixo de 16.9o .

Todos os fatores avaliados no estudo da tendinopatia patelar estão no PHAST! Acesse o aplicativo e identifique o perfil de risco de seu atleta!